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Economia COMÉRCIO

Comércio despenca em dezembro, mas cresce pelo quarto ano seguido

Já no comércio varejista ampliado, que considera as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, o volume de vendas no mês de dezembro teve recuo de 3,7% em relação a novembro.

10/02/2021 12h53 Atualizada há 2 semanas
Por: Willian Nunes
Comércio despenca em dezembro, mas cresce pelo quarto ano seguido

Apesar da pandemia do novo coronavírus, o comércio fechou o ano de 2020 com alta de 1,2%, o quarto ano consecutivo de crescimento do setor. Em dezembro, porém, o varejo teve forte queda, de 6,1%, a mais intensa para um mês de dezembro de toda a série histórica, iniciada em 2000. Com o recuo do último mês, as vendas do comércio voltam ao patamar de fevereiro do ano passado, período anterior à pandemia.

Os dados constam da PMC (Pesquisa Mensal de Comércio), divulgada pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira (10).

O setor teve seis meses consecutivos de crescimento, que acumularam ganhos de 32,2% desde maio de 2020. A estabilidade chegou em novembro, com variação de -0,1%. 

Já no comércio varejista ampliado, que considera as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, o volume de vendas no mês de dezembro teve recuo de 3,7% em relação a novembro. No entanto, o setor fechou 2020 com queda de 1,5%. O resultado quebra uma sequência de três anos consecutivos de crescimento. 

Cristiano Santos, gerente da PMC, explica que a pandemia de covid-19 trouxe impactos diretos na trajetória de desempenho do comércio ao longo do ano. “Os resultados da pesquisa costumam ter variações menores, mas com a pandemia, houve uma mudança deste cenário, já que tivemos dois meses (março e abril) de quedas muito grandes”, afirma.

Por conta disso, a partir de maio, o varejo cresceu em ritmo muito acelerado, e apresentou o maior patamar da série histórica, iniciada em janeiro de 2001, em outubro, ultrapassando o patamar pré-pandemia, de fevereiro. "A queda em dezembro é um reposicionamento natural, já que o patamar estava muito alto com os resultados de outubro e novembro”, complementa o analista.

via r7

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